O caso, que teria ocorrido em 2009, foi citado em documentos sobre liberdade religiosa divulgados anos depois por governos e organizações humanitárias.
Segundo esses relatos, toda a família foi punida com prisão perpétua sob o princípio de “culpa por associação”, prática comum no país.

FONTE/CRÉDITOS: Fatos desconhecidos
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