Em 2018, o especialista em tecnologia britânico Ian Wilson afirmou ter localizado, por meio do Google Maps, o que seriam os destroços do voo MH370 da Malaysia Airlines — desaparecido em 8 de março de 2014. O Boeing 777 partiu de Kuala Lumpur, na Malásia, com destino a Pequim, na China, levando 239 pessoas a bordo. Poucas horas após a decolagem, a aeronave sumiu dos radares civis e militares, dando início a uma das maiores operações de busca da história da aviação.
Segundo o tabloide britânico Mirror, Wilson identificou nas imagens de satélite um objeto semelhante ao corpo de um avião em uma região de floresta densa no Camboja. Ele afirmou que o formato e o tamanho — cerca de 69 metros de comprimento — eram compatíveis com os de um Boeing 777, embora houvesse uma lacuna visível entre a cauda e a fuselagem. A suposta descoberta reacendeu temporariamente o debate mundial sobre o paradeiro da aeronave desaparecida.
No entanto, autoridades e especialistas da aviação civil demonstraram ceticismo quanto à hipótese. Análises independentes apontaram que a área indicada não tinha qualquer registro de queda de avião, e que as imagens poderiam resultar de falhas no processamento digital do Google Maps. Além disso, partes confirmadas do MH370 foram encontradas em 2015 e 2016 nas margens do oceano Índico, reforçando a tese de que o avião caiu no mar. O caso levantado por Wilson, ainda sem comprovação, evidencia como o desaparecimento do MH370 continua sendo um dos maiores mistérios da aviação moderna.
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