No Dia do Professor, celebrado nesta quarta-feira (15/10), a Unesc homenageia os profissionais que transformam vidas por meio da educação e reforça o papel essencial da docência na formação de uma sociedade mais justa, humana e inovadora.
Para a reitora em exercício, Gisele Silveira Coelho Lopes, a qualidade da Universidade tem origem no trabalho dos professores. “É na sala de aula, nos laboratórios e nos projetos que a missão da Unesc acontece. Educar é transformar, abrir caminhos e produzir ciência com propósito”, afirma.
A secretária de Estado da Educação e reitora licenciada, Luciane Bisognin Ceretta, destacou a importância de valorizar quem escolhe a docência como missão. “São desafios sustentados pelo desejo de colaborar com a formação do outro. O professor é protagonista na transformação de vidas”, disse.
A pró-reitora de Ensino, Graziela Giacomazzo, ressaltou o caráter humano do ensino: “Ensinar é um ato de coragem. É ouvir o estudante e transformar a sala de aula em espaço de descoberta”. Já o pró-reitor de Administração e Finanças, José Otávio Feltrin, reforçou que a qualidade do ensino depende de investimento e estrutura adequados.
Nas palavras da pró-reitora de Pesquisa, Pós-graduação, Extensão e Inovação, Vanessa Moraes de Andrade, a atuação docente se reflete em reconhecimento nacional e internacional. “A ciência com propósito nasce do encontro entre quem ensina e quem aprende”, destacou.
Professores e acadêmicos também relataram o significado pessoal da docência. Morgana Machado Guzzatti, coordenadora de Odontologia, vê o ensino como uma forma de “ajudar a construir sonhos”. Já Aline Eyng Savi, coordenadora de Arquitetura e Urbanismo, definiu a profissão como “instrumento de inclusão e transformação social”.
Para o docente Ricardo Luiz de Bittencourt, do curso de Pedagogia, “o professor é um agente de transformação social”. Entre os estudantes, Maria Laura Costa de Freitas (Pedagogia) e Otávio Vargas (Ciências Biológicas) representam a nova geração que escolhe ensinar por vocação. “Estar na Unesc é sentir que já fazemos a diferença desde a graduação”, resume Maria Laura.
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