O número de mortos nos protestos violentos no Nepal chegou a 51. Diante da crise, o presidente decidiu dissolver o Parlamento e convocou novas eleições para março de 2026.
De acordo com a polícia, mais de 12 mil presos conseguiram fugir das penitenciárias durante os confrontos. Em meio à instabilidade, o país anunciou a nomeação da ex-presidente da Suprema Corte, Sushila Karki, como primeira-ministra interina. Ela já havia feito história como a primeira mulher a comandar a mais alta corte nepalesa.
Na mesma semana, a esposa de um ex-primeiro-ministro morreu em um incêndio criminoso após a residência do casal ser atacada. As manifestações têm como foco a insatisfação popular contra a corrupção e contra a medida do governo que bloqueou o acesso às redes sociais.