Eventos climáticos extremos: o que diz a ciência sobre teorias que circulam nas redes
Sempre que ocorrem temporais e fenômenos intensos como os previstos para o Rio Grande do Sul, teorias sobre suposta manipulação do clima ganham espaço nas redes sociais — mas não há provas científicas que as sustentem.
O HAARP, programa de pesquisa localizado no Alasca, estuda apenas a ionosfera: não há evidências confiáveis de que ele possa provocar secas, tempestades ou alterar o clima. Já as chamadas "chemtrails" correspondem, na realidade, a trilhas de condensação formadas pelo congelamento do vapor d’água liberado pelos aviões em grandes altitudes, sob condições específicas de temperatura e umidade.
Para a meteorologia, eventos extremos são resultado de fenômenos naturais como frentes frias, áreas de baixa pressão, umidade e instabilidade atmosférica.
Embora essas hipóteses sejam comuns diante de cenários de instabilidade, até o momento não existem evidências robustas que comprovem a existência de tecnologias capazes de gerar ou controlar intencionalmente esses fenômenos. A orientação é sempre consultar boletins oficiais da Defesa Civil
FONTE/CRÉDITOS: Redação
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